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Jornal "O mineiro"

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RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA - 1 de Dezembro
por Martins de Pinho - Terça, 6 Dezembro 2016, 08:21
 

A Restauração da Independência

 

 1 de Dezembro de 1640


Findaram na Quarta-Feira transacta , as cerimónias oficiais , nas quis os Portugueses , evocaram com a solenidade e o fervor ímpar , tão próprio das gentes lusas , o 1 de Dezembro de 1640 que, séculos atrás,  terminou com o longo  período de 60 anos em que o Reino de Portugal foi governado pela Dinastia de origem austríaca dos Habsburgos, sendo Rei Filipe IV de Espanha.
Na realidade, a dinastia do ramo hispânico dos Habsburgos, ficou em Portugal conhecida como Filipina, por todos os monarcas se chamarem Filipe.

Quando em 1578 o Rei D. Sebastião , acompanhado pelos seus mais próximos e por uma massa arregimentada à força e sem tino ou saber das coisas , Portugal foi derrotado na Batalha de Alcacer-Quibir, ficou o País sem Rei ou sucessor ao Trono. De D. Sebastião herdeiro não houve , quer por este das Princesas ( propostas Noivas, Esposas , Raínhas e Mães) , não mostar interesse algum, quer pela extrema religiosidade do jovem Monarca , que tomou para si como objectivo de vida , empunhar a sua Espada e lutar contra os Muçulmanos . 

Durante dois anos, o trono foi ainda ocupado pelo muito agastado Cardeal - Rei D. Henrique, mas os direitos de Filipe II de Espanha (o monarca Habsburgo era primo de D. Sebastião e portanto neto de D. João III) por um lado e o seu dinheiro por outro, levaram a que grande parte da Nobreza portuguesa restante,  aceitasse o domínio de um Rei estrangeiro. 

É importante realçar que Portugal continuou separado dos restantes Reinos da Família Habsburgo.

A Monarquia dos Habsburgo controlava inúmeros Estados, todos eles separados entre si. Portugal não era diferente da Catalunha, da Flandres, de Castela, de Navarra, de Nápoles ou de Valência, mas cada um desses « países » era independente dos outros. Nestes moldes, era provavelmente mais parecida com uma União Europeia, que efectivamente com um País ou Império. 

Essa completa separação de Estados alinhavados uns aos outros por ténues laços,  acabaria por ser a principal razão da sua decadência.
Para evitar o constante conflito entre os Estados, a solução passou pela dependência de todos eles a um único Rei com um único Governo. Isso levou a que se iniciasse uma politica de centralização administrativa, que entrou em conflito com os direitos jurados pelo Monarca em cada um dos Reinos da Coroa.
No caso português, nas cortes de Tomar em 1581, D. Filipe I, (Felipe II de Espanha) prestou juramento como Rei de Portugal, mas o seu neto, Filipe III (Felipe IV de Espanha) não cumpriu o juramento do seu avô.

Ao violar o juramento que Filipe II havia feito em 1581 perante as cortes de Tomar, Filipe IV, seu neto, perdeu o direito para governar Portugal, direito esse que dependia do cumprimento das obrigações a que se tinha obrigado por juramento como sucessor do seu pai e portanto do seu avô.

A caminho do Fim ! 1640...


Quando em 1640 os nobres portugueses, muitos deles desiludidos com o não- cumprimento das promessas dos monarcas, decidem revoltar-se, eles não tomam uma decisão original.

Na verdade, nesse mesmo ano de 1640, durante o Verão, um outro país da Península Ibérica decidiu revoltar-se contra exactamente o mesmo estado de coisas e expulsar a Família Real dos Habsburgo.
A Monarquia Hispânica estava envolvida na chamada Guerra dos Trinta Anos e se não tinha na altura meios eficazes para esmagar a revolta na Catalunha, muito menos os teve para debelar a Revolta em Portugal.

 O aumento da tensão entre a Coroa dos Habsburgos em Madrid e a Burguesia catalã de Barcelona, que tinha vindo a crescer desde havia uma década, levou a uma revolta que conduziu à separação do condado da Catalunha (parte da Coroa de Aragão) no Verão de 1640. A Catalunha pede auxílio ao rei de França para lutar contra os castelhanos, que eram o núcleo e o principal poder na Península Ibérica.

Para debelar a Revolta da Catalunha, o Monarca manda que se mobilize a Nobreza dos restantes Reinos, especialmente a portuguesa, com o objectivo de atacar os catalães.

Em Portugal os Nobres recusam-se e pressionam o mais rico e influente representante da nobreza portuguesa - exactamente o Duque de Bragança - para que aceite chefiar uma revolta para voltar a colocar uma monarca português no Trono em Lisboa, terminando assim o Período de União Ibérica.

A Nobreza pressionou o Duque de Bragança, neto de Catarina de Bragança (a pretendente ao trono que em 1580 tinha mais legitimidade), O Duque, de 36 anos de idade, tinha assumido o lugar do Pai, havia apenas dez anos e vivia em Vila Viçosa.

Na verdade, o Duque tinha pouco a ganhar com uma revolta contra Filipe IV, pois afinal era o homem mais rico de toda a Península Ibérica e muita da sua riqueza e poder tinha sido conseguida com o apoio do Rei em Madrid, que pretendia controlar qualquer veleidade do Duque. Pode-se mesmo afirmar que Filipe III (Felipe IV de Espanha) tinha confiança no Duque de Bragança, ao ponto de o ter nomeado comandante militar de Portugal.

Em Lisboa, quem garantia o poder real, era a Duquesa de Mântua que tinha o cargo de Vice -Rainha, e era prima de Filipe IV, tendo sido designada para o lugar, em completa violação com o compromisso assinado 60 anos antes por Filipe II.

Eram mercenários católicos da Europa Central, que defendiam militarmente a Administração. Eram pois  um dos principais esteios do poder militar da decadente Coroa dos Habsburgos.

 E desponta a Liberdade !!! O 1 de Dezembro...

Ao alvorecer do dia 1 de Dezembro de 1640,  por volta das 07:00 horas entram no Palácio Real cerca de quarenta nobres portugueses, conhecidos pelos «conjurados», que rapidamente controlam a Guarda tudesca. Procuram o Secretário de Estado Miguel de Vasconcelos, cuja morte tinha sido inicialmente determinada. Executam-no, e obrigam pela força a Duquesa de Mântua a ordenar a rendição das forças fieis ao monarca Habsburgo no Castelo de São Jorge e nas fortalezas que defendem o rio Tejo, a Torre de Almada e a Torre de Belém.

Por volta das 10:00 horas da manhã é que o Povo de Lisboa tem conhecimento do sucedido, já o Duque de Bragança é Rei de Portugal.
Embora guiada e conduzida pela nobreza portuguesa, a Revolução tem uma aceitação total. Em todo o país quando se conhece a boa nova da destituição da Duquesa e do fim do domínio dos Habsburgos, há movimentações de regozijo. As várias cidades do país declaram o seu apoio a D. João IV em poucos dias. No dia seguinte pela manhã, 2 de Dezembro, a notícia chega a Setúbal, onde a população cerca a fortaleza de São Filipe, onde se encontrava uma guarnição de italianos e alemães e é tomada a fortaleza do Outão, garantindo assim a protecção de Lisboa contra eventuais desembarques. 

O Duque de Bragança só chega a Lisboa no dia 6 de Dezembro para ser aclamado Rei, com o título de D. João IV. Nas duas semanas que se seguem - praticamente todo o País - Nobres e Municípios, se declara por D. João IV . 


Quando a notícia começa a chegar  a Espanha, os estudantes portugueses da Universidade de Salamanca abandonam a cidade e voltam a Portugal para se alistarem no Exército luso.
Os Nobres portugueses que se encontravam em Madrid dividem-se em dois grupos: enquanto uma parte junta os seus haveres e volta para Portugal, outra parte acabará por preferir as vantagens e o dinheiro que a sua presença na Corte Madrilena lhes dava, não retornando a Portugal e  lutando mesmo contra a independência da sua Terra-Mãe.

É pelo exemplo destas gentes , dos mais humildes aos mais esclarecidos que, aquando o Governo não cumpriu o acordado ,  rompendo os laços afectivos com a Nação e actuando sem olhar ao interesse e bem-estar comum dos povos que governa , pega em armas e se revolta procurando a Liberdade , que devem os Portugueses evocar este amanhecer único.... 

Mesmo que a Liberdade seja sempre uma Utopia , um Continente longínquo, avistado mas nunca alcançado , mesmo que Portugal de País Soberano pouco já tenha , a luta pelo Sonho de um Outro Lugar , um Outro País , o vosso País , é tão legítima agora , como nessa distante Madrugada , onde num Reino pardacento se fez Cor , pela Pátria, com Amor...




 

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Corta-Mato 2016
por Rui Pereira - Quarta, 23 Novembro 2016, 19:31
 
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11 de Novembro - Dia do Armistício
por Martins de Pinho - Sexta, 11 Novembro 2016, 08:18
 


 Dia do ARMISTÍCIO – JOUR DE L’ARMÍSTICE  – REMEMBRANCE DAY



Pelas cinco da madrugada, a onze de Novembro de 1918, é assinado em Compiègne ( França ) o Armistício que, seis horas depois, calaria de vez o ruído ensurdecedor das armas que , durante quatro longos anos, destruíram campos, vilas e cidades da Europa, na Iª Grande Guerra Mundial ( 1914-1918 ) .


Para assinalar tal data, homenagear todos aqueles que morreram em nome da Liberdade e da Democracia e evocar estes Homens que nunca mais o Sol puderam vir nascer, em datas próprias e das mais variadas formas, cada país que no conflito participou tem os seus rituais próprios.


Se em Portugal é presença habitual em diversas localidades uma estátua ou monumento ao soldado da Guerra de 1914-1918, e os três ramos das Forças Armadas homenageiam os camaradas caídos no campo de batalha, em datas diversas, nos países anglo-saxónicos e na França invadida , o 11 de Novembro é o dia em que o tributo maior e mais sentido é prestado ao milhões que pereceram em solo europeu.


Nas semanas que antecedem o Dia do Armistício ( Remembrance Day ) , tornou-se hábito, nos países anglo-saxónicos, o uso de uma papoila na lapela e, no próprio dia, são realizadas cerimónias próprias, desde militares a religiosas. A papoila ( ou Poppy ) , essa está sempre presente. Originariamente vendida pelo Royal British Legion com o fim de arranjar fundos para ajudar os Veteranos de Guerra, a escolha deste símbolo não o foi ao acaso.

 

Se as sementes de papoila povoavam faz muito os solos da zona da Flandres ( Bélgica ) onde se travaram os combates mais mortíferos, com o fim do conflito, e fruto, quer das movimentações militares ( que revolveram brutalmente o solo ), quer da utilização das novas armas químicas, as sementes, ao invés de permanecerem adormecidas, germinaram e povoaram essas terras inóspitas e sem vida, de uma forma tal que foram adoptadas como símbolo dos soldados que nas batalhas aí travadas participaram.

 

Homenagem aos mortos mas também imagem de uma Europa que, ainda a preto-e-branco, renasce para a Vida e se reconstrói, traziam de novo a esperança que uma Guerra como tal nunca mais se repetiria.

 

Portugal, numa decisão bastante discutível,  enviou para os campos da Flandres o Corpo Expedicionário Português . Milhares não voltaram. Milhares nunca veriam o Sol de novo  nascer. Milhares nunca tiveram oportunidade de envelhecer. São  todos aqueles que, em todas as Guerras, lutaram contra a Tirania e o Autoritarismo. São todos aqueles que sempre combateram todas as formas de Ditadura, que evocamos neste dia…  Na impossibilidade de ,pessoalmente, dizer Obrigado !!!

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Torneio Inter-Turmas de Basquetebol
por Maria João Costa Pinto e Marques - Sexta, 4 Novembro 2016, 10:12
 
Torneio Inter-Turmas de Basquetebol
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Lançamento do livro "Drogas: prevenir para remediar"
por Fatima Marques - Quarta, 2 Novembro 2016, 13:03
 

O serviço de psicologia e orientação da escola e a biblioteca do agrupamento de escolas de Couto Mineiro do Pejão têm a honra de convidá-lo para o lançamento do livro Drogas: prevenir para remediar, do Dr. Carlos Filipe Saraiva. Um livro que visa elucidar sobre o fenómeno da dependência, incidindo nas principais dependências da atualidade.

Este evento terá lugar no próximo dia 7 de novembro, pelas 18h00, na biblioteca da escola EB 2,3 de Couto Mineiro.

No final, existirá um momento de convívio/lanche e de esclarecimento de dúvidas sobre esta temática com dicas sobre os sinais que poderão levar a detetar e prevenir a dependência nos jovens e como lidar com o início do consumo. 

 

 Contamos com sua presença!

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LISTA FINAL DE ORDENAÇÃO DOS CANDIDATOS A ASSISTENTE OPERACIONAL A TEMPO PARCIAL
por silvia correia - Quinta, 27 Outubro 2016, 09:04
 
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Lista Unitária de Ordenação dos Candidatos a Assistente Operacional a Tempo Parcial
por silvia correia - Quinta, 20 Outubro 2016, 12:26
 
Lista Unitária de Ordenação dos Candidatos a Assistente Operacional a Tempo Parcial
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- Utopias : a Implantação da República Portuguesa -
por Martins de Pinho - Quarta, 19 Outubro 2016, 12:27
 




- 5 de Outubro de 1910 / 5 de Outubro de 2016 - 

Evocaram  os Portugueses, a 5 de Outubro de 1910, a Implantação da República . Se recuarem a esses tempos não tão distantes, encontram um Portugal algo diferente do que hoje conhecem. Na madrugada de 4 de Outubro viviam ainda sob o jugo de uma Monarquia secular. Após o assassinato de D.Carlos , curiosamente um Monarca de qualidades excepcionais para a época , reinava o único sobrevivente da Casa dos Braganças, D. Manuel II , jovem dedicado às coisas do Reino mas incapaz de solucionar a Crise que então os Portugueses atravessavam.

Portugal encontrava-se falido, na dependência dos Ingleses que lhe haviam emprestado dinheiro, após anos antes terem feito aos Portugueses um Ultimatum que levou o Reino a perder territórios seculares em África.

D. Carlos, afastado da realidade, não conseguiu resolver a Crise. Morto cobardemente no Terreiro do Paço, D. Manuel II , seu filho ,  durante o seu reinado de 20 meses, pouco pode fazer para evitar o inevitável.

A cada mal, culpava-se o Rei e a Casa real. A Monarquia, enfim…

Portugal, país atrasado face à Europa , entretido em lutas políticas entre os maiores partidos com assento nas Cortes , dominado por uma Burguesia e uma Igreja poderosas , sem uma Justiça eficaz , não dava resposta à pobreza a que o povo português vivia e aos  anseios deste de  um outro Portugal. Um Portugal livre, justo e igual aos demais na Europa , e não um « país podre » , com as instituições fragilizadas e dominadas por uma elite de poderosos.

É assim que, com uma facilidade que aos poucos mais ilustrados não espantou, na madrugada de 4 de Outubro populares se agregam e se revoltam e,  num Golpe de Estado , instauram a República, partindo a Família Real para o exílio em Inglaterra.

Estava aberta a estrada para a criação de um País livre e justo, com os Orgãos de Poder eleitos em liberdade. Com o novo regime, começam as reformas que os portugueses tanto desejavam. Destaca-se aqui as Reformas no Ensino , o combate ao analfabetismo, a melhoria das condições de vida do Operariado e do Povo em geral , a aposta na modernização do país… Enfim, a estrada que levou ao Portugal que hoje existe , Estado juridicamente igual entre os Outros, integrado na Europa e , com enorme esforço é certo, resolvendo a sua eterna Crise, na perspectiva de um outro Futuro , sempre adiado .

Seria injusto não evocar esses homens que, nessa madrugado de quatro para cinco de Outubro,  sonharam com um novo Portugal , livre e democrático, com os três poderes ( legislativo, executivo e judicial ) bem definidos e actuantes , na defesa das Liberdades, Igualdades e Bem-Estar presentes ! 


Porque é de Utopias que progride a Humanidade :


Viva Portugal ! Viva a República Portuguesa ! ! ! !




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